Desafios na Liberação de Estádios
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou, na última quinta-feira, um comunicado a todos os clubes que participam da Série D, alertando sobre a possibilidade de adiamento no cronograma de jogos. O motivo? Muitos estádios pelo Brasil ainda carecem de liberações completas para funcionarem adequadamente.
No cenário pernambucano, o Central está passando por uma fase de reformas no Estádio Lacerdão e ainda não possui os laudos atualizados que permitiriam a realização de jogos em sua casa. Para resolver essa situação, uma vistoria está programada para ocorrer ainda esta semana.
Impasses e Esperanças
O Maguary enfrenta uma situação diferente, mas não menos complexa. O Estádio Arthur Tavares não atinge o número mínimo de torcedores exigido para os laudos técnicos da Polícia Militar, que é de 3 mil pessoas. Desse modo, a autorização para que o time jogue na Série D depende de uma decisão judicial. Em nota, o clube informou que está em contato com as autoridades competentes para alinhar os últimos detalhes necessários para a liberação.
Outro clube que pode enfrentar dificuldades é o Decisão, que tem sede em Goiana. O Estádio Caboclinho já teve que realizar algumas partidas do Campeonato Pernambucano sem público e, para a Série D, sua capacidade total pode não ser utilizada no José Dionísio do Carmo.
Entre os clubes locais, apenas o Retrô parece não ter problemas em relação ao estádio onde jogará. A Fênix continuará a mandar seus jogos na Arena de Pernambuco, um local que, com o retorno do Santa Cruz para o Estádio do Arruda, deverá ser menos utilizado na temporada.

